1. PRORROGAÇÃO DAS INSCRIÇÕES PARA O CONCURSO PROFESSOR ADJUNTO A

    ATENÇÃO

    Prezados, em face da instável conjuntura política que se encontra o país e dos indicativos dos planos econômicos que podem limitar/impedir concursos futuros em prol da nossa instituição, fez-se necessária a retificação do Edital nº 215/2016 para inclusão de algumas vagas que já figuravam com a autorização do Reitor, contudo, não haviam sido publicadas no edital supracitado.

    Em face do exposto, incluídas novas vagas, o cronograma inicialmente previsto para o Concurso sofreu algumas alterações.

    A mais significativa delas é a abertura de um novo período de inscrição que irá do dia 23/09/2016 até o dia 21/10/2016, que valerá para todas as vagas oferecidas pelo certame.

    Para provimento de 02 de Professor Adjunto A – Setor Física Geral Experimental.

    VAGA MS-039

    A documentação que deverá ser entregue no Instituto de Física é a seguinte:
    - 7 vias do Curriculum Vitae
    - 7 vias do Memorial
    - 7 vias do Projeto de Pesquisa / Plano de Trabalho a ser executado nos Laboratórios do IF. A documentação comprobatória deverá ser entregue em CD/DVD
    - Cópia da Identidade
    - Cópia do CPF
    - Cópia dos diplomas de Graduação, Mestrado e Doutorado

    Veja o  cronograma completo no link.

    O email para informações sobre a vaga é concurso@if.ufrj.br

    Veja em http://www.if.ufrj.br/concursos/

  2. CALENDÁRIOS ACADÊMICOS: 2018/1 e 2018/2 – GRADUAÇÃO

    ACESSE AQUI O CALENDÁRIO ACADÊMICO COMPLETO DE 2018 DA GRADUAÇÃO

    E

    A Resolução CEG 02/2018 QUE ALTEROU O CALENDÁRIO


    CALENDÁRIO ACADÊMICO 2018-1- INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA OS ALUNOS

    Período Atividade
    de 12 de março de 2018 a 19 de julho de 2018 Período Letivo
    até 07 de fevereiro de 2018 Destrancamento de Matrícula
    de 19 a 28 de fevereiro de 2018 Inscrição em Disciplinas (on line)
    12 DE MARÇO DE 2018 Início das aulas
    de 12 a 21 de março de 2018 Alteração de pedidos de inscrição (on line)
    de 09 a 20 de abril de 2018 Trancamento de disciplinas
    até 14 de maio de 2018 Trancamento de matrícula


    CALENDÁRIO ACADÊMICO 2018-2- INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA OS ALUNOS

    Período Atividade
    de 06 de agosto de 2018 a 15 de dezembro de 2018 Período Letivo
    até 13 de julho de 2018 Destrancamento de Matrícula
    de 19 a 28 de julho de 2018 Inscrição em Disciplinas (on line)
    06 DE AGOSTO DE 2018 Início das aulas
    de 06 a 15 de agosto de 2018 Alteração de pedidos de inscrição(on line)
    de 06 a 17 de setembro de 2018 Trancamento de disciplinas
    até 06 de outubro de 2018 Trancamento de matrícula
  3. ATENÇÃO: HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DA SECRETARIA – TURNO DIURNO

    HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DA SECRETARIA 

    TURNO DIURNO

    ATENDIMENTO AO PÚBLICO:

    SEGUNDA, QUARTA E SEXTA DE 9:00 A 16:00 HS;

    TERÇAS E QUINTAS DE 13:30 A 16:00 HS.

    HORÁRIO DE ALMOÇO:

    TODOS OS DIAS DE 12:30 A 13:30 HS.

    OBS: TERÇAS E QUINTAS PELA MANHÃ O EXPEDIENTE É INTERNO.

  4. ABC publicou o livro “Desafios da Educação Técnico-Científica no Ensino Médio”

    A Academia Brasileira de Ciências publicou há cerca de um mês o livro “Desafios da Educação Técnico-Científica no Ensino Médio”, organizado por Debora Foguel e Marcos Scheuenstuhl. Neste livro, resultado de um simpósio e um grupo de trabalho da ABC, há dois artigos de professores do IF:

    Marta F. Barroso
    Contribuições para um diagnóstico do Ensino Médio no país
    In: Débora Foguel, Marcos Scheuenstuhl (orgs.), Desafios da Educação Técnico-Científica no Ensino Médio, p. 44-65 (Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Ciências, 2018, ISBN: 978-85-85761-46-2, 216 p.)

    Ildeu de C. Moreira
    Há muita gente lá fora!: A divulgação científica e o envolvimento dos brasileiros com a C&T
    In: Débora Foguel, Marcos Scheuenstuhl (orgs.), Desafios da Educação Técnico-Científica no Ensino Médio, p. 112-125 (Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Ciências, 2018, ISBN: 978-85-85761-46-2, 216 p.)

    O livro completo pode ser encontrado em:

    http://www.abc.org.br/publicacoes/?tipo_publicacao=estudos-estrategicos

    ou

    http://www.abc.org.br/IMG/pdf/desafios_da_educacao_tecnico-cientifica_no_ensino_medio.pdf

  5. Evento discute a detecção de partículas misteriosas: Neutrinos e Matéria escura

    A matéria escura e os neutrinos estão entre as partículas mais enigmáticas da natureza. Os neutrinos foram descobertos há décadas, mas algumas de suas propriedades não se encaixam muito bem na teoria padrão da física de partículas. Elas são as partículas conhecidas com massa mais abundante no cosmo e poderiam até elucidar por que o universo não tem a mesma quantidade de matéria do que de anti-matéria. Já a matéria escura foi teorizada também há décadas, mas nunca foi detectada. Sem a sua presença, as teorias mais aceitas para descrever o universo caem por terra.

    Essas duas partículas compartilham o fato de serem difíceis de detectar, dada sua baixa interação com a matéria ordinária. Existe hoje um grande esforço teórico e experimental nessas duas áreas, que provavelmente levará à elaboração de novas teorias físicas. E um dos caminhos mais promissores para isso é a realização de grandes experimentos para detectar e medir essas partículas.

    Os neutrinos e a matéria escura têm muitas conexões, tanto em relação às suas possíveis propriedades físicas quanto aos seus métodos de detecção. Elas são o foco de alguns dos ramos de maior interesse na pesquisa em física da atualidade. No entanto, esses temas são ainda pouco estudados no Brasil ‒ mesmo nos cursos de pós-graduação em física, especialmente no que se refere aos seus métodos de detecção. Embora exista participação brasileira em experimentos de neutrinos ‒ inclusive há dois em solo brasileiro ‒ e de matéria escura, essa participação ainda é tímida em nível mundial.

    Escola dedicada

    Tendo em vista esse cenário, está sendo realizada, pela primeira vez, uma escola dedicada à detecção desses dois tipos de partículas: School and Workshop on Dark Matter and Neutrino Detection, que começa hoje (23/07) e se estende até 3 de agosto próximo. O evento acontece no International Center for Theoretical Physics‒South American Institute for Fundamental Research (ICTP-SAIFR), em São Paulo (SP).

    A escola trará pesquisadores brasileiros e estrangeiros de renome internacional que abordarão esses dois temas de forma integrada, aliando teoria e experimento. Essa é uma característica fundamental e inovadora da escola, que terá sua primeira semana dedicada à fundamentação teórica, e a segunda, aos métodos de detecção e aos experimentos associados, tanto em andamento quanto em construção ou planejamento.

    O objetivo da escola é dar uma base aos participantes no que se refere aos neutrinos e à matéria escura, resumindo o estado da arte do conhecimento nesses campos e apontando as grandes questões atuais que motivam o trabalho teórico e experimental nessas linhas. Além das palestras, a escola terá sessões práticas, nas quais os participantes farão atividades em interação com os pesquisadores, e sessões de discussão, em que os alunos poderão dialogar mais diretamente com os professores.

    Na segunda semana, os alunos terão quatro horas de trabalho experimental ‒ na linha ‘mão na massa’ ‒ em pequenos grupos. Cada dia, o grupo trabalhará em um experimento diferente, ilustrando técnicas usadas nos grandes projetos de pesquisa, de modo que, ao final da escola, o participante terá realizado cinco experimentos completos. Também haverá sessões de pôsteres, nas quais os alunos apresentarão seus trabalhos.

    Além do CBPF e da UFRJ, a escola é organizada pelo Instituto de Física Teórica da Universidade Estadual de São Paulo, pela Universidade de São Paulo e Universidade Federal de Goiás.

    Novas gerações

    A escola tem um intuito nada modesto: contribuir para motivar e formar uma nova geração de físicos no Brasil e na América Latina para atuar nos temas de matéria escura e neutrinos. Ou seja, experimentais com boa base teórica e teóricos com boa base experimental.

    Dessa forma, ela pretende ajudar a quebrar uma divisão ‒ bastante marcada no Brasil e na América Latina ‒ entre trabalho teórico e experimental. A finalidade não é que todos os participantes acabem atuando nessas áreas, mas que terminem a escola com uma visão geral desses assuntos importantes para a física contemporânea.

    Outro objetivo da escola é aumentar a participação brasileira e da América Latina na física de neutrinos e da matéria escura ‒ especialmente, na área experimental. Com relação aos neutrinos, o Brasil já participa de diversos experimentos nessa área e tem pesquisadores atuando no tema, mas ainda são poucos e estão concentrados geograficamente.

    Portanto, é importante buscar uma participação mais ampla, com foco em experimentos futuros. Já os grupos de pesquisa em matéria escura estão em expansão. Porém, são ainda pouco numerosos no Brasil.

    Lugar ideal

    Buscar partículas que interagem fracamente com a matéria ordinária ‒ como neutrinos e matéria escura ‒ requer se isolar o máximo possível das outras partículas conhecidas que atrapalhariam a detecção (elétrons, nêutrons, múons etc.). O problema é que somos bombardeados o tempo todo por essas outras partículas provenientes do espaço.

    A saída para a maioria dos experimentos é ficar protegido dessa radiação cósmica por enormes camadas de rocha. Assim, a maioria dos experimentos de matéria escura e neutrinos opera em laboratórios instalados em minas muito profundas ou túneis debaixo de elevadas montanhas.

    No entanto, não existe ainda um laboratório com essas características no hemisfério Sul. Há diversas razões físicas para termos detectores operando neste hemisfério. Inclusive, uma detecção de matéria escura no Norte dificilmente convenceria a comunidade científica sem uma detecção análoga no Sul. Isso se deve ao fato de que, com detecções nos dois hemisférios, efeitos sazonais poderiam seriam facilmente separados de um sinal de matéria escura.

    Há alguns anos, surgiu uma oportunidade única para construir um laboratório subterrâneo em um túnel que irá conectar a Argentina ao Chile sob a cordilheira dos Andes: o túnel de Agua Negra. Graças à mobilização dos físicos, já está previsto nos planos da construção do túnel ‒ que está prestes a começar ‒ a instalação de um grande laboratório internacional, o Agua Negra Deep Experiment Site (ANDES).

    Ainda será preciso obter recursos e planejar as enormes cavidades na rocha para abrigar um laboratório cheio de experimentos. No entanto, esse será, sem duvida, o local ideal para instalar os primeiros grandes detectores de neutrinos e de matéria escura no hemisfério Sul ‒ de fato, esses experimentos serão as joias desse laboratório subterrâneo.

    Aproveitando a realização da escola, será realizado logo a seguir (de 4 a 6 de agosto) o Sixth International ICTP-SAIFR/CLAF Workshop for the Design of the ANDES Underground Laboratory.

    Nessa oficina, será apresentada a situação atual do ANDES e serão discutidas não só propostas científicas, mas também a dinâmica da colaboração internacional que está sendo montada para gerenciar o projeto. Será uma oportunidade única para buscar um maior envolvimento brasileiro em todos os níveis do projeto, desde a gerência e construção do laboratório à construção de novos experimentos e à exploração de seu potencial científico.

    Dupla função

    O ICTP-SAIFR foi pioneiro na realização de atividades (workshops e escola) na área de matéria escura. Essa foi uma das motivações para a escolha dessa instituição como sede do evento ‒ além de todo apoio e infraestrutura que ela oferece. No entanto, é a primeira vez que se realiza um evento com esse forte componente experimental, tanto nos cursos e nas palestras quanto em relação a equipamentos reais com os quais os participantes irão interagir.

    Em resumo, a escola tem a dupla função: introduzir o tema neutrinos e matéria escura, bem como expor alunos a grandes experimentos da área, com a oportunidade de fazer atividades experimentais didáticas no laboratório.

    Esperamos que eles saiam da escola tão motivados quanto os membros da crescente comunidade que fazem pesquisa nessas áreas. Que sejam uma nova geração a contribuir com esse esforço global e que possam fazer novas descobertas.

    Carla Bonifazi (IF-UFRJ) e Martín Makler (CBPF)

    Mais informações:

    A escola (em inglês): http://www.ictp-saifr.org/school-on-dark-matter-and-neutrino-detection/

    Andes (em inglês): http://www.ictp-saifr.org/sixth-international-workshop-for-the-design-of-the-andes-underground-laboratory/

  6. Estranheza quântica altera relações básicas de causa e efeito

    Trabalho conjunto entre Brasil e Itália, publicado no prestigioso jornal Nature Physics, demonstra efeitos quânticos inesperados no cenário mais simples em inferência causal.

              Porque é que os fenômenos naturais acontecem? Porque a Natureza se comporta da maneira que nós a observamos? Estas estão entre as questões mais fundamentais da ciência e da filosofia. Se somos capazes de intervir num dado sistema, podemos modifica-lo, observar os efeitos resultantes de tal modificação, e à partir destes efeitos, inferir relações de causa e efeito. Entretanto, muito frequentemente, intervenções não são possíveis e podemos somente observar passivamente. E para complicar ainda mais, tipicamente nem todas as causas de um certo efeito serão acessíveis, quer dizer, existem fatores relevantes escondidos de nossa observação empírica. Notavelmente, mesmo assim, ainda é possível descobrir as relações causais entre eventos correlacionados se a explicação causal –quer dizer, o modelo causal– contiver um tipo especial de variável chamada de instrumento. A estrutura causal instrumental é a mais simples com a propriedade de que influências causais podem ser detectadas mesmo na presença de variáveis ocultas e sem intervenções, isto é, somente a partir de observações passivas. Isto faz com que esta estrutura seja crucial para o campo da inferência causal, com aplicações desde testes clínicos randomizados e até mesmo econometria. Com este objetivo, é fundamental se garantir que nós temos um bom instrumento respeitando restrições fundamentais conhecidas como desigualdades instrumentais. Se sabe que todo modelo causal instrumental clássico satisfaz restrições fundamentais conhecidas como desigualdades instrumentais. Até o presente trabalho, se acreditava que a violação de tais desigualdades era prova conclusiva de que o modelo causal subjacente não era instrumental. Por este motivo, as desigualdades instrumentais são usadas como teste contra “instrumentos ruins”. Desafiando este paradigma bem estabelecido, uma jovem equipe de pesquisadores mostrou que a presença de emaranhamento quântico em modelos causais instrumentais pode de certa forma falsificar influências causais e também levar à violação de desigualdades instrumentais, algo impossível dentro da física clássica.

    Os professores baseados no Brasil, Rafael Chaves, do Instituto Internacional de Física em Natal, e Leandro Aolita, do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro, juntamente com um time baseado na Itália e coordenado pelo Prof. Fabio Sciarrino, da Universidade Sapienza em Roma, estudaram modelos causais instrumentais quânticos. Neles, a causa comum (não diretamente observável) entre dois eventos apresenta emaranhamento quântico. O emaranhamento é possivelmente a propriedade mais contra-intuitiva da mecânica quântica, sendo responsável pela infame “ação fantasmagórica à distância”, tal como Einstein e colaboradores costumavam chamá-lo. Os pesquisadores brasileiros previram teoricamente que o emaranhamento pode não somente aumentar a capacidade descritiva de modelos instrumentais mas até mesmo levar à violações de desigualdades instrumentais, fato que foi posteriormente confirmado experimentalmente pelo time italiano. Esta descoberta sacode pilares fundamentais sobre os quais a teoria clássica de inferência causal é construída. Além disso, ela é relevante também para os fundamentos da própria teoria quântica, já que o cenário instrumental é mais simples que o paradigmático cenário de Bell usado rotineiramente para observar discrepâncias entre as predições clássica e quântica. De fato, a estrutura causal instrumental é a mais simples na qual uma separação entre as predições clássicas e quânticas é possível, tal como provado agora pela equipe.

    Em cenários de Bell, os testes de não classicalidade exigem que as partes envolvidas estejam espacialmente separadas, ou seja, de modo tal que o período de tempo entre os eventos de medição em ambos os laboratórios seja menor que o que levaria a luz para viajar de um laboratório ao outro. Isso constitui um grande desafio experimental. Em contraste, no cenário instrumental, influências causais diretas de uma parte para a outra não são proibidas. No experimento, essas influências foram implementadas por um canal de comunicação que permitiu que a escolha de medição da segunda parte dependesse do resultado de medição registrado pela primeira (um mecanismo conhecido como “feedforward de informação”). As medições foram feitas em pares de fótons emaranhados pelo time em Roma. Os experimentais adiaram a detecção do primeiro fóton em relação ao segundo através de uma fibra óptica longa, deixando assim tempo suficiente para que a segunda medição fosse modificada dependendo do  resultado da primeira medição. Essa adaptação de medição exigiu um dispositivo rápido para a troca no tipo de medição do segundo aparelho. Do ponto de vista experimental, este mecanismo de comunicação de resultados de medida é uma característica não trivial ausente em experimentos anteriores e que é interessante por si próprio. Além do Prof. Fabio Sciarrino, a equipe romana do Laboratório de Informação Quântica da Universidade da Sapienza em Roma foi composta pelos estudantes de doutorado Gonzalo Carvacho e Iris Agresti, o estudante de mestrado Valerio Di Giulio e o técnico Sandro Giacomini.

    Além de sua relevância fundamental, os resultados também poderiam encontrar aplicações em processamento de informação. Isto se deve ao fato de que as violações quânticas de desigualdades instrumentais definem uma nova forma de não-localidade quântica, mais forte que modelos não-locais de variáveis ocultas que incluem comunicação unidirecional de resultados de medição entre as partes envolvidas. Isto pode ser relevante, por exemplo, em protocolos criptográficos e de geração de aleatoriedade sem o requerimento experimental de separação espacial grande. Uma nova área de pesquisa, tanto teórica quanto experimental, se abre em um cenário relativamente simples.

    Por fim, é importante ressaltar que esta pesquisa foi realizada durante o pior corte em financiamento de ciência na história recente do Brasil, com vários pesquisadores brilhantes deixando o país pela falta de condições básicas para o prosseguimento de suas pesquisas. Neste sentido, a colaboração com o time experimental italiano foi crucial. Esta é uma história de sucesso em tempos muito difíceis, que mostra que ainda é possível produzir ciência do mais alto nível no Brasil desde que os recursos básicos necessários sejam dados. Infelizmente, o governo Brasileiro propõe um corte ainda mais profundo no orçamento para a ciência. Se a situação não mudar, histórias de sucesso como a dessa pesquisa estão em sério perigo.

  7. Concurso para Professor Adjunto — 14 vagas

    As Bancas dos Concursos e as datas para Realização deles estão disponíveis em http://www.if.ufrj.br/concursos/

    MS-037 terá início em 2 de maio de 2018, às 8h
    MS-034 terá início em 14 de maio, às 8h
    MS-033 terá início em 21 de maio, às 8h
    MS-036 terá início em 21 de maio, às 8h
    MS-038 terá início em 28 de maio, às 8h
    MS-035 terá início em 4 de junho, às 8h