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Uma vez que a estrela começa a se formar, ela deve respeitar os equilíbrios fundamentais durante toda a sua vida:
Quando
termina o hidrogênio começa um processo chamado
combustão
de hélio, já que ao restar somente este elemento, a estrela
o utiliza para seguir funcionando.
Porém, queimar hélio é mais difícil que queimar hidrogênio, já que a repulsão elétrica é quatro vezes maior para dois núcleos de hélio do que para dois núcleos de hidrogênio. Em consequência, a temperatura no interior deve aumentar para que tal combustão se realize. Isto se sucede de fato.
À medida que a estrela vai queimando paulatinamente o seu combustível original, a pressão da radiação cede (em consequência do esgotamento do combustível) ante ao peso da estrela. Devido a isso o núcleo da estrela se contrai cada vez mais , e por isso aumenta dramaticamente sua temperatura; de 15 milhões de graus a 100 milhões de graus!
Literalmente o céu é o limite.
Na
última fase da queima de hidrogênio, o hidrogênio começa
a ser consumido na superfície da estrela. Nesta etapa a luminosidade
aumenta e a estrela inteira se expande. Ao expandir-se sua superficie esfria
e sua coloração se torna mais vermelha.
A estrela se converte em uma Gigante Vermelha. Isto acontecerá
com o nosso sol daqui a 4 bilhões de anos e o seu raio aumentará
até englobar a órbita da terra. Viver por aqui nesta época?
Nem pensar!
Projeto:
Ensino
de Física a distância
Desenvolvido por:
Carlos
Bertulani